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sábado, 26 de setembro de 2009

ACIDENTE NA AV. AFONSO PENA POR POUCO NÃO ACABA EM TRAGÉDIA

Aconteceu à poucos minutos, por volta das 19hs e 55m um acidente na rotatória da av. afonso pena com a marginal do córrego das pombas, envolvendo uma carreta baú com um fiat uno, a carreta seguia sentido centro e colheu em cheio o fiat que ja estava fazendo o sentido nova aurora parque dos buritis, por pouco uma tragédia não ocorreu já que o veiculo fiat foi arremessado para dentro do corrégo, parando sobre o aterro do mesmo, evitando que uma tragédia maior ocorresse alí, nenhuma vítima sofreu ferimentos graves no momento da colisão.

O curioso é que algumas rótulas da avenida afonso pena receberam redutores de velocidade, e esse cruzamento da entrada da cidade, justamente por ser sobre o corrégo oferece sem dúvida um maior risco para os cidadãos que por alí circulam, foi esquecido e não recebeu os redutores.

A SMT bem que poderia explicar qual o critério usado instalar redutores em alguns lugares e outros não. E ainda, por que não levou em consideração os risco que são agravados naquele local, por conta da marginal.

veja abaixo as fotos do acidente, a carreta foi removida do lugar, por oferecer risco de outros acidentes no local.











NO NOSSO TRÂNSITO TENHA BOM SENSO E MUITA FÉ EM DEUS, PARA VOLTAR BEM PRA QUEM TE ESPERA.

CONRAC VISITA BAIRROS NORMA GIBALDE, MARULINA E REMY MARTINS

Os membros do CONRAC (Conselho Regional das Associações Comunitárias e Outras do Sul de Goiás), cansados das versões oficialistas, promovidas pela imprensa de Itumbiara e, após receber várias reclamações de moradores e Presidentes de Associação de Bairros, resolveram adotar uma atividade semanal de visita aos bairros da cidade, visando documentar e levar ao conhecimento de toda a população a realidade que vivem nossos conterrâneos dos bairros mais afastados do centro.

O CONRAC é formado por membros de Associações de Moradores, Centro Acadêmico do Curso de Direito da Ulbra, Diretório Central dos Estudantes da Ulbra, membros dos partidos políticos PT, PCdoB, PCB e Psol. A entidade está aberta à participação de qualquer cidadão que deseje expressar sua solidáriedade social, independente de raça, religião, preferência política, esportiva, cultural, etc.

Domingo (31 de maio), estivemos no Bairro Norma Gibaldi - Dona Marulina.
Lá, fomos recebidos pelo Presidente da Associação de Moradores e fomos dar um giro pelas imediações, registrando e documentando a situação.

Em primeiro lugar, devo mencionar o clima amistoso dos moradores, as atividades normais de uma manhã de domingo, alegre presença das pessoas nas ruas e na feira, atividades sociais de solidariedade nas entidades comunitárias, como exemplo a Associação Espírita Nosso Lar.

A boa recepção dos moradores logo conduz aos assuntos que aflingem a eles há vários anos. Sendo assim, contando com grande aproximação e vontade de se expressarem, eles foram indicando suas necessidades e carências, suas decepções e promossas que já sofreram.

Nos indicaram as seguintes questões:

1 - Duas áreas são indicadas pelos moradores, onde, há anos a Prefeitura promete construir um Centro Comunitário no bairro. Uma delas fica na Quadra 1, entre a Avenida Equador com Francisco Morais. A outra, fica na Avenida Mercedez Vieira.

Veja foto das áreas,




2 - A quadra de esportes do bairro está completamente abandonada pela Prefeitura, necessitando de reformas dos equipamentos, limpeza de matos e entulhos ao redor, instalação elétrica de iluminação desativada e, colocação de uma rede de proteção, para evitar que a bola provoque curto-circuito na rede elétrica ou seja projetada contra veículos e casas vizinhas. Sobre este assunto o Promotor Reuder já intercedeu a favor dos moradores, mas a Prefeitura alegou falta de recursos no orçamento de 2008, comprometendo-se a realizar neste ano de 2009

Veja fotos da quadra,




3 - A Avenida Portugal possui um canteiro central como área verde, mas, possui aspecto de abandono, faltando limpeza e instalação de equipamentos sociais, proteção para as árvores, construção de passeios, sargetas e meio-fio, etc.
Veja fotos da área verde,


4 - O mapa da cidade está meio desatualizado na parte mais baixa do bairro. Mas, segundo os moradores, onde chamam de Rua Israel - bairro José Moisés e seguintes abaixo, falta asfalto o que lhes causa vários transtornos, como constantes adoecimentos das pessoas por problemas respiratórios, sujeira dentro de casa, etc.

Curioso foi saber que, ano passado, durante a última campanha para Prefeito, nas vésperas da eleição, a Prefeitura simulou que iria fazer o asfalto, colocando lá o seu maquinário e pessoal. A movimentação espetacular não continuou após as eleições e o povo ficou somente na ilusão. Todas as ruas desta parte do bairro estão na mesma situação, ou seja, haja poeira nesta época e barro durante as chuvas.

Veja fotos do local,





Outras reclamações dos moradores é em relação à coleta de lixo, segundo eles é muito deficiente; PSF só funciona em horário comercial e conseguir um atendimento de urgência por uma ambulância não é fácil. Lembrando que o bairro fica bem afastado do centro e do Hospital Municipal.

Em meio a tudo isto, grata surpresa foi encontrar a Associação Espírita Nosso Lar, entidade dedicada à assistência social, mantida com recursos da própria comunidade local.

Eles fazem suprir a ausência do poder público municipal, dentro de suas possibilidades, oferecendo apoio às pessoas carentes, cursos de música e corte costura, alimentação aos domingos para carentes, entretenimento para crianças, entre outros projetos.

Estão com alguns computadores doados (alguns não funcionam e demandam a ajuda de alguma empresa especialixada para consertar), que serão empregados para capacitar crianças e jovens na arte da informática.

Eles possuem, também, uma campanha chamada Auta do Souza, que arrecada alimentos para o sopão dos domingos, servidos a carentes em geral e, a sobra desta campanha é entregue nas casas de famílias na mesma condição.

As fotos da Associação Espírita Nosso Lar,


Por tudo que vimos lá no bairro Dona Marolina, Remy Martins e Norma Gibalde se percebe claramente pouco envolvimento da Prefeitura no sentido de melhorar a qualidade de vida daqueles moradores. Não fosse a própria comunidade, que busca seus meios de sobreviver com dignidade, a situação seria bem pior!

Continuaremos visitando outros bairros da cidade, para informar à sociedade de Itumbiara, que existe uma outra cidade que, às vezes não conhecemos e necessita da solidariedade de todos. Pois, se nossa imprensa não mostra a realidade desta comunidade, aqueles que a vida deu melhor sorte, pode não perceber o que se passa com outros seres humanos, nossos irmão, aqui bem perto!

A sociedade deve ser mais solidária e não cair no canto da hipocrisia política!

Itumbiara pode ser cidade de grande qualidade de vida, quando os moradores dos bairros mais afastados forem considerados pelo poder público. A Platéia do centro deve compreender! NOS SEUS CENTENÁRIO ITUMBIARA TEM QUE SER 100 POR CENTO.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

E O POVO COMENTA

Itumbiara, 24 de Setembro de 2009

Gostaria de parabenizá-lo, o autor desse comentário foi brilhante em fazer uma reflexão dessa triste realidade de Itumbiara. Realmente não temos uma política pública voltada para o esporte em Itumbiara, não basta fazer olimpíadas querendo tampar o sol com a peneira se nossos atletas não tem a mínima condição de treinamento. nas escolas e muito menos nos bairros, Precisamos traçar projetos e desenvolver as metas para que seja alcançada e não enganar as crianças, os jovens com medalhas e troféus, sendo que não são preparados para essas competições de faz de conta...chega de tanta enganação, a população está cançada de tantas controvérsias.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

SERIA CÔMICO SE NÃO FOSSE TRÁGICO

Fabio Campana



Seria cômico se não fosse trágico, más como em Itumbiara estamos nos acostumando a ver de tudo, muitos vão achar isso normal. A transferência dos detentos para o Sarandirú, precisava acontecer por iniciativa dos próprios detentos?. Pois bem foi isso que aconteceu.


Ontem terça-feira (22), Itumbiara viveu mais um capitulo na história das rebeliões e novamente toda a comunidade do entorno do velho presídio é despertada do seu sono, com os nervos a flor da pele, tiros, disparos de bombas, o aparato policial, fogo em colchões, gritos e assim está formado o cenário de terror.


Tomara que seja o último capitulo dessa triste história em nossa cidade, porém uma coisa é preciso ser dita, o quanto são incompetentes os nossos governantes essa obra levou ao menos 7 anos para ser concluída, prova de que as autoridades diante da sua importância pouco se interessaram em concluí-la com maior rapidez, e ainda se deram ao luxo de inaugurá-la sem o mínimo de estrutura para receber os detentos, e dar aos mesmos e ao nosso povo a tão sonhada tranqüilidade.


Passado 3 meses de sua inauguração podemos dizer sim que a transferência só aconteceu devido a rebelião de ontem (22), que tinha como sua principal reinvidicação, a transferência para o novo presídio, talvez não saibam eles más fizeram um bom papel, bom pra eles melhor pra nós, já que se dependesse da boa vontade de alguns não veríamos isso acontecer tão cedo, seja pela burocracia que temos acompanhado até agora ou por ausência de vontade política.


Temos acompanhado ao longo dos tempos as notícias e documentários sobre o aumento da escalada de violência dentro e fora dos presídios. Dentro dos presídios as maiores queixas estão voltadas para a super lotação de celas, maus tratos, comida de baixa qualidade, assistência médica, e a burocracia do judiciário entre outras.


Desejamos tão somente que aquele setor do entorno da CPPI possa de uma vez por todas, ser também um lugar de paz e tranqüilidade para todas as famílias que por alí residem, e aos detentos que possam em suas novas intalações cumprir de forma mais humana suas penas e quem sabe até trabalhando e sendo útil a sociedade nesse transcorrer.

A FALTA DE POLITICA PUBLICA PARA O ESPORTE EM NOSSA CIDADE.

Leia abaixo comentário de um internauta, sobre a realidade do esporte em nossa cidade, da falta de apoio á politica pública para o setor, acompanhe.


Boa noite João Maria, gostaria de deixar o meu protesto no que se diz respeito ao esporte em Itumbiara...tantos espaços ociosos e nossas crianças nas ruas sem ter o que fazer..e de esporte eu posso falar pois disso entendo um pouco...não precisamos de equipes profissionais milionárias para se fazer política. a política deve ser de esporte social. Educação e formação de jovens através da pratica esportiva, não se tem projetos da prefeitura voltada para as crianças carentes em nossa cidade, espaços como Goiasinho, Arco Iris, campo da V.Vitória, cemitério novo, clube do servidor municipal e vários outros espaços que se eu enumera-los, não iria caber aqui deveriam ser transformados em escolas de iniciação esportiva tirando as crianças da rua e ainda dando emprego aos profissionais de Educação física da cidade, não vejo nada sendo feito pela secretaria municipal de esportes que nem categorias de base conseguem montar não fazem planejamento e não valorizam os profissionais que não ganham nada para trabalhar, e o que acontece, só tomamos de 10 dos times da capital...meu Deus quanta quadra ociosa e nenhum projeto publico municipal pois o PETI alem de não conseguir suprir a necessidade de nossos jovens e um projeto do Governo Federal, acorda secretário de esportes ainda da tempo de fazer algo.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

PARLAMENTAR ATUANTE, QUE FALTA NOS FAZ.



Donos de construtora que
tem contrato suspeito com a Prefeitura doaram R$ 330 mil
à campanha de Iris Rezende


O contrato da construtora CCB com a Prefeitura
foi reajustado de R$ 25 milhões para R$ 75 milhões


O vereador Elias Vaz (PSOL) entregou esta semana ao Núcleo de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal, Procurador Marcello Santiago Wolff, e à Promotoria do Patrimônio Público do MP Estadual, promotor Fernando Krebs, documentos que mostram irregularidades na prorrogação de um contrato da Prefeitura de Goiânia com a Construtora Central do Brasil LTDA (CCB), feito em 1999, e mantido até hoje através de aditivos.

Os documentos se referem também à doações no valor de R$ 330 mil feitas pelos sócios proprietários da CCB à campanha de Iris Rezende, em 2008.
O valor doado pelos donos da empresa representa 10% de toda a prestação de contas eleitoral do prefeito Iris Rezende, que segundo o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) soma R$ 3,3 milhões.

Edgar Almeida doou R$ 60 mil; Élvio Machado, R$ 60 mil, e Wilton Machado, outros R$ 60 mil. As empresas Brasil Minérios e King Food, que tem entre seus sócios os mesmo donos da CCB, doaram R$ 75 mil, cada uma. Somando as doações individuais dos sócios chega-se ao total de R$ 330 mil.


Elias Vaz avalia que esses documentos agravam ainda mais a denúncia de irregularidades no contrato. “De um lado temos uma empresa beneficiada por aditamentos irregularidades que lhes garantiram obras sem a necessária licitação pública e de outro temos o prefeito Iris Rezende que recebeu doação financeira dos donos dessa empresa para sua última campanha eleitoral. Isso é muito grave”.


O contrato que era originalmente de R$ 25 milhões sofreu reajustes ao longo desses 10
anos até chegar a um valor superior a R$ 75 milhões. Além disso, ele teve seu prazo encerrado em 19 de novembro de 2004, no final da administração do prefeito Pedro Wilson. Em março de 2005, através do Aditivo VII, a administração do prefeito Iris Rezende ressuscitou o contrato de forma irregular.


Informações repassadas ao vereador indicam que a CCB é responsável pela construção de algumas casas do programa do Governo Federal Minha Casa Minha Vida. “O problema é que aparentemente a construtora está fazendo essas obras através de um contrato feito em 1999, que tinha um objeto específico e agora vem sendo usado para fazer outras obras. O correto seria fazer uma licitação específica”.

Além disso, ressalta Elias Vaz, essas doações de campanha aliadas aos aditamentos irregulares do contrato colocam a relação da prefeitura com essa construtora sob suspeita.

CIENTISTAS AFIRMAM QUE ESTATÍSTICAS SOBRE GRIPE SUÍNA NÃO SÃO CONFIÁVEIS

Se você tem dúvida se é ou não possível maquear a verdade sobre a gripe suína, leia o que dizem a respeito os cientistas Ingleses. Imagino por aqui o que alguns são capazes de fazer para não tornar os casos em estatísticas reais. (destaque meu).



Cientistas do Imperial College de Londres afirmam que as estatísticas sobre as mortes causadas pela gripe suína não são confiáveis.

De acordo com nota na BBCBrasil, há uma precariedade nos dados.

Por um lado, as estatísticas são distorcidas pela falta de registro dos casos "brandos" ou "assintomáticos" - ou seja, quando o paciente não externa sintomas, eles disseram.

Por outro lado, também há precariedade de registro de mortes que não são atribuídas à gripe suína.

"Comprovou-se que as infecções de gripe sazonal podem temporariamente elevar os riscos de eventos vasculares, o que pode levar a um excesso de mortalidade que não é atribuída à influenza", eles afirmaram. "O mesmo efeito provavelmente também está presente na gripe pandêmica."

Outro fator que poderia elevar a gravidade da gripe suína seria o lapso de tempo entre o diagnóstico da gripe suína em um paciente e a sua morte e mortes que não são atribuídas à gripe suína.

"Entre os casos registrados em qualquer ponto do tempo, pode haver pessoas que morrerão, mas que estão vivas no momento da análise."

De acordo com o artigo, fenômeno semelhante ocorreu com a gripe SARS, levantando suspeitas de que o vírus estava em mutação e se tornando mais fatal.

Os cientistas destacam tb a variação na taxa de fatalidade entre países.

"Embora a alta taxa de fatalidade no México possa ser atribuída a uma versão mais virulenta do vírus, é mais provável que a identificação dos casos seja mais fortemente focada nos casos mais graves, e que o número total de casos seja maior", escreveram os pesquisadores.

"Em menor extensão, o mesmo fenômeno poderia estar ocorrendo agora nos EUA, pela tendência de que os testes se concentrem em casos graves e hospitalizações."

CARTA ABERTA À POPULAÇÃO Daniela Martins Assessoria de Imprensa Sintect-GO -

Nós, trabalhadores dos Correios de Goiás, esclarecemos à população goiana sobre as razões que nos levaram a iniciar uma greve na nesta quarta-feira, 16 de setembro. Antes de cruzar os braços tentamos – por várias vezes e em vão – negociar um acordo salarial justo junto à direção da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), evitando assim a paralisação.

Nosso sentimento é de pesar pela população, que ficará sem os serviços oferecidos pelos Correios nestes dias de greve. No entanto, nossos trabalhadores há tempos vêm sendo submetidos a sobrecargas de trabalho, à insegurança durante o desempenho de suas funções, à falta de condições mínimas para a realização de suas atividades e ainda convivem com a discrepância salarial praticada pela ECT, onde a grande maioria dos trabalhadores (87%) recebe um salário vergonhoso de R$ 648,00 – e vive sob a pressão dos chefes que só querem rendimento –, enquanto uma minoria detém altos e vultosos rendimentos de R$ 20 mil.

A ECT foi uma das empresas que mais lucrou nos últimos quatro anos. Somente em 2008 o faturamento foi de R$ 800 milhões e hoje o lucro operacional dos Correios já está em R$ 1 bilhão. A divisão desse bolo é totalmente desigual: 87% dos trabalhadores ganham, em média, R$ 500 e 13% embolsam até 40 mil. Quem recebe o piso ainda viu seu salário ser desvalorizado em 40% desde 1994.

Sempre lutamos por uma Empresa pública e de qualidade. Recentemente fomos às ruas defender o monopólio postal e saímos vitoriosos. Nunca nos esquivamos de nossas responsabilidades tanto no dia-a-dia de trabalho quanto nos movimentos em benefício dos Correios. Agora estamos unidos e mobilizados pela conquista da valorização do trabalhador, que é o principal responsável pela lucratividade dos Correios.

População goiana, neste momento não há alternativa para nós trabalhadores conquistarmos nossos direitos senão a greve. Pedimos compreensão, pois lutamos contra a injustiça e queremos a sociedade ao nosso lado. Exigimos uma reposição salarial justa, a melhoria das condições de trabalho e a abertura de concurso público com contratação imediata.

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