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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

CIENTISTAS AFIRMAM QUE ESTATÍSTICAS SOBRE GRIPE SUÍNA NÃO SÃO CONFIÁVEIS

Se você tem dúvida se é ou não possível maquear a verdade sobre a gripe suína, leia o que dizem a respeito os cientistas Ingleses. Imagino por aqui o que alguns são capazes de fazer para não tornar os casos em estatísticas reais. (destaque meu).



Cientistas do Imperial College de Londres afirmam que as estatísticas sobre as mortes causadas pela gripe suína não são confiáveis.

De acordo com nota na BBCBrasil, há uma precariedade nos dados.

Por um lado, as estatísticas são distorcidas pela falta de registro dos casos "brandos" ou "assintomáticos" - ou seja, quando o paciente não externa sintomas, eles disseram.

Por outro lado, também há precariedade de registro de mortes que não são atribuídas à gripe suína.

"Comprovou-se que as infecções de gripe sazonal podem temporariamente elevar os riscos de eventos vasculares, o que pode levar a um excesso de mortalidade que não é atribuída à influenza", eles afirmaram. "O mesmo efeito provavelmente também está presente na gripe pandêmica."

Outro fator que poderia elevar a gravidade da gripe suína seria o lapso de tempo entre o diagnóstico da gripe suína em um paciente e a sua morte e mortes que não são atribuídas à gripe suína.

"Entre os casos registrados em qualquer ponto do tempo, pode haver pessoas que morrerão, mas que estão vivas no momento da análise."

De acordo com o artigo, fenômeno semelhante ocorreu com a gripe SARS, levantando suspeitas de que o vírus estava em mutação e se tornando mais fatal.

Os cientistas destacam tb a variação na taxa de fatalidade entre países.

"Embora a alta taxa de fatalidade no México possa ser atribuída a uma versão mais virulenta do vírus, é mais provável que a identificação dos casos seja mais fortemente focada nos casos mais graves, e que o número total de casos seja maior", escreveram os pesquisadores.

"Em menor extensão, o mesmo fenômeno poderia estar ocorrendo agora nos EUA, pela tendência de que os testes se concentrem em casos graves e hospitalizações."

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