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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Tribuna Popular de Itumbiara: OS ANJOS NÃO TEM IDADE E NEM CULPA

OS ANJOS NÃO TEM IDADE E NEM CULPA

Nos últimos dias tivemos a oportunidade de acompanhar o maior escândalo acontecido aqui na cidade de Itumbiara , na área da saúde e por que não dizer do Estado e do Brasil, Me refiro ao anjo Maria Vitória que então poucos dias de vida, nos deu mais uma grande oportunidade de pararmos um pouco com a correria e torcermos pela sua sobrevivência, de orarmos pela sua recuperação e do esforço de seus pais em tentar garantir que ela pudesse permanecer viva. Quis o destino que assim não fosse. Os inocentes não tem culpa das mazelas e dos maus profissionais que habitam nosso mundo, você Maria Vitória não merecia e nenhum um ser humano merece ser condenado a morte de forma sumaria, por aqueles que fazem o Voto de garantir a vida até o último suspiro, que poderiam, se agissem com zelo e responsabilidade pelo próximo, garantir a sua vida. Seus Pais saíram lá de Inaciolândia em busca de dar a você um bom tratamento já que a natureza quis antecipar seu nascimento, é o que de melhor um Pai e uma Mãe quer para um filho, e encontraram o seu maior pesadelo aqui em Itumbiara. O tratamento que você recebeu no Hospital Municipal é o exemplo real que as pessoas humildes tem recebido no dia- a- dia, embora a propaganda enganosa diga o contrário que esse hospital é certificado como “hospital amigo da criança”, será? Onde foram instaladas as tão faladas e prometidas UTI’S neonatal que já teriam sido adquiridas anos atrás, e as crianças morrem a mingua sem ter o tratamento adequado, é certo que ao invés de gastar milhares de reais com propaganda enganosa que cala a boca da imprensa local, essa verba poderia garantir melhor tratamento de saúde dos recém-nascidos, das crianças e idosos. Enquanto no Brasil, no exterior, na capital o caso foi veiculado pela grande mídia, a imprensa local se prontificou a dar desculpas através de notas técnicas, não cumprindo assim o seu verdadeiro papel, que é o compromisso com a verdade, quantas pessoas procuraram jornais e rádios da cidades para debater sobre o tema, e mais uma vez foram barrados, o que não é novidade por que eu já falei disso antes, e disse à serviço de quem estão. Da enganação!, portanto entendo que Maria Vitória cumpriu nos seus poucos dias de vida uma grande missão, que foi a de mostrar que é preciso irmos além das aparências é preciso enxergarmos a essência da realidade em que vivemos aqui em Itumbiara, e que por mais que tenha nos doído assistir a sua luta pela vida e vermos o sofrimento e angústia dos seus Pais, só nos resta esperar que tudo isso não tenha sido em vão, e que a nossa sociedade cobre justiça e punição aos verdadeiros culpados, e entenda de uma vez por todas que não é por que a saúde em outros cantos do Pais é igual a essa que iremos nos contentar, queremos o melhor, o zelo, o respeito e o fim da farra com o dinheiro público, chega de sermos referência só em festas.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Bebê vivo é dado como morto em Itumbiara

Seria cômico se não fosse trájico, um recem nascido é dado como morto por médico, e o própro pai é que percebe e impede que a filha seja enterrada viva, é um absurdo sem precedente tal fato, um hospital que se diz amigo da criança, com titulo e tudo mais,com muita propaganda em torno de tudo isso, e agora vemos a nossa cidade ocupar mais uma vez, o noticiário nacional por mais um vexame, é a prova de que estrutura fisica só não basta é preciso investir em profissionais e dos bons, ja falei isso no passado, pois é. Segue abaixo matéria do Dm de Goiânia.


Pai descobre equívoco quando recém-nascida era levada para o necrotério. Cremego investigará se houve falhas no atendimento de hospital municipal

Um bebê com 22 semanas de gestação e com pouco mais de 400 gramas foi dado como morto poucas horas depois de nascido. A menina estava sendo levada para o necrotério pelo pai, Andriel Pontes de Oliveira, que percebeu seus movimentos. “Ela mexia os braços e fazia força para respirar. Eu considero isso como negligência. Foi quase um assassinato”, disse. O caso aconteceu na madrugada de domingo, no Hospital Municipal de Itumbiara.
A criança, que é chamada de Maria Vitória, retornou ao hospital e permaneceu por alguns instantes na incubadora. Depois, foi encaminhada para o Hospital Materno-Infantil (HMI), em Goiânia. A menina está internada na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. A mãe da criança, Larissa Garcia dos Santos, teve complicações na gravidez e foi internada na terça-feira, 4, da semana passada. O bebê nasceu no sábado, após cinco meses e duas semanas de gestação.
O pai da recém-nascida disse que a equipe médica não mostrou a criança para a mãe, apenas informou que estava morta. O estado de saúde da menina é considerado grave, e até o fechamento desta edição, ela havia tido três paradas cardíacas. O bebê está sendo medicado para maturação do pulmão, além de antibióticos. “Mas só de ter chegado viva ao hospital já é um milagre”, disse Cézar Gonçalves, diretor do HMI.
O Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) vai investigar se houve falhas no atendimento à recém-nascida. Presidente do Cremego, Salomão Rodrigues Filho solicitou à Delegacia Regional do Cremego, em Itumbiara, dados sobre o caso. O órgão deve ouvir os diretores do hospital, médicos envolvidos no caso e o pai da criança, que foi quem percebeu que ela estava vivo.
Diretor do Hospital Municipal de Itumbiara, Ernani Oliveira disse que uma sindicância interna será aberta para apurar o caso. Ele também disse que, após o parto, o médico não percebeu sinais vitais na criança e que ela teria recebido atendimento ainda no centro cirúrgico, mas não havia respondido. Ernani disse que deve ser reunir com a equipe que atendeu a criança hoje. “Comunicamos o Conselho de Ética e vamos apurar o que aconteceu.”
Advogado da família, Leandro Martins aguarda a evolução do estado de saúde do bebê para definir que ação será tomada. Titular do 2° Distrito Policial de Itumbiara, Ricardo Torres disse que também aguarda a evolução do caso para instauração do inquérito. O médico responsável pelo atendimento à criança pode ser indiciada por homicídio culposo, caso ela morra, ou por lesão corporal culposa, se ela sobreviver e tiver sequelas.

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